O último dia do Festival Interdisciplinar de Comunicação foi marcado pela excelente palestra repórter da Rede Record, André Rohde, no Hotel Himmelblau.
Formado pela Universidade Federal de Santa Catarina, André acumula importantes prêmios nacionais de jornalismo, como por exemplo, o prêmio “Tim Lopes” de Jornalismo Investigativo, que ganhou três vezes.
Para os participantes do festival, André foi um prato cheio para quem tem curiosidade sobre investigação com grandes reportagens. Para ilustrar seus 22 anos de jornalismo, o palestrante trouxe matérias suas veiculadas em rede nacional, avaliando, posteriormente, as dificuldades e os desafios encontrados. Foram apresentadas reportagens sobre favelas dominadas por traficantes; o comércio ilegal de madeira; e irregularidades públicas de uma cidade do interior de São Paulo.
Para André, reportagens investigativas são difíceis de realizar, pois exigem determinação e networking.
Esta foi a palestra que encerrou o 2° Festival Interdisciplinar de Comunicação, realizado pelos acadêmicos do 5° semestre de Publicidade e Propaganda e de Jornalismo do IBES/SOCIESC.
A organização do evento agradece a todos que participaram do evento e já convida para o Festival de 2010.
O terceiro dia do Festival Iterdisciplinar de Comunicação proporcionou aos acadêmicos um contato mais próximo com profissionais da área. Foram realizadas 17 oficinas voltadas para Publicidade e Propaganda e Jornalismo, onde cada acadêmico escolheu sua oficina de interesse.
Em cada sala de aula ficou nítido o interesse dos alunos em absorverem o conteúdo proposto.
Na Publicidade e Propaganda, os temas variaram entre fotografia, moda e mercado de trabalho.
Já no Jornalismo, os assuntos abordados corriam de rádio, internet, TV à revista.
O importante foi a oportunidade dos acadêmicos em conhecerem um pouco mais sobre alguma área específica, tirando dúvidas com quem atua na área.
Expectativa. Esse foi o sentimento que pairou no ar durante vários dias e principalmente nos momentos precedentes à aguardada palestra de Roberto Menna Barreto, que ocorreu no dia de ontem, 24 de junho, no Hotel Himmelblau.
O tema abordado pelo publicitário foi Criatividade no Trabalho e na Vida. O discurso ficou tão impecável que, ao final do workshop, o público aplaudiu-o de pé por longos segundos.
E não foi por menos. Menna foi claro, objetivo e soube adequar bons exemplos que completavam seu raciocínio.
Já no início da palestra, Menna afirmou que “a missão do comunicador é encontrar soluções aos problemas propostos”. Para tanto, é necessário Qualidade + Criatividade para vencer no concorrente mercado de trabalho.
Mas, afinal, como desenvolver a criatividade?
Segundo Menna, a criatividade é uma característica primária, mas que enfraquece a partir do momento em que as pessoas se deixam condicionar com a repetitividade e o comodismo. Devemos deixar a criança que existe dentro de nós aparecer, porque a criança não se acomoda, ela é curiosa, não tem medo, nem vergonha de ousar (sem ao menos saber o que esta palavra significa).
A solução para nós adultos? Deixar a criança aparecer! Experimentar! Ousar! Conhecer!
Em um dos pontos mais aguardados da palestra, Menna Barreto compartilhou a fórmula para atrair criatividade. Eis ela:
Bom humor Irreverência Pressão
Por fim, deixou o conselho para que a vida não seja levada demasiadamente a sério. O importante é viver.
A palestra de Roberto Menna Barreto foi um verdadeiro sucesso. Com muita desenvoltura e alegria, Roberto partilhou seu conhecimento e experiência com os acadêmicos de comunicação social da região.
O auditório do IBES Sociesc ficou lotado para a abertura do Festival Interdisciplinar de Comunicação 2009. Acadêmicos de Comunicação de diversas instituições prestigiaram as palestras de Altair Carlos Pimpão, Jair Louzada e Danielle Fuchs.
Anselmo Medeiros, Gerente de Ensino do IBES, iniciou o evento agradecendo a presença de todos e parabenizando os acadêmicos do 5° semestre de Publicidade e Propaganda e Jornalismo pela organização do evento. Em seu discurso, Anselmo fez um diagnóstico geral do ensino superior nas instituições e criticou a falta de interação entre os cursos, quando todas as áreas do conhecimento deveriam caminhar juntas.
Na sequência, Altair Carlos Pimpão e Jair Louzada, da TV Galega, palestraram sobre Mídia Local.
Pimpão relatou brevemente como sua experiência de 14 anos no exterior lhe deu bagagem e maturidade para retornar a Blumenau e abrir uma TV regional, seguindo a tendência de países como os EUA.
Jair incentivou os acadêmicos a buscarem seus objetivos, afirmando que comunicação é uma área onde sempre haverá oportunidades.
No intervalo, foi servido um delicioso coffee break, ao mesmo tempo em que algumas brincadeiras alegraram a plateia.
Dando continuidade ao ICOM, Danielle Fuchs explanou o tema Jornalismo local: Abrangência menor, responsabilidade maior. A editora-chefe da Mundi Editora afirmou que o jornalismo local é extremamente importante e delicado, pois o meio midiático apresenta pessoas e fatos da comunidade onde atua. Danielle também deu dicas para um bom texto, como por exemplo escrever o que você gostaria de ler. E aconselhou: ter um diferencial é fundamental para ganhar espaço no mercado.
Para encerrar o primeiro dia do ICOM, foi aberto espaço para perguntas e respostas com Danielle Fuchs.
Hoje, 24 de junho, o festival terá continuidade com o grande publicitário Roberto Menna Barreto, no Hotel Himmelblau, a partir das 19h. Contamos com a participação de todos. O tema abordado na noite de hoje será: Criatividade no Trabalho e na Vida.
De 23 a 26 de junho participe do Segundo Festival ICOM. Palestras e workshops com profissionais da área como Roberto Menna Barreto, da RMB Publicidade do Rio de Janeiro e o repórter André Rohde, do programa Domingo Espetacular, da Rede Record. Inscreva-se de 08 a 19 de junho no IBES/SOCIESC.
Realização: Quinto semestre de Jornalismo e Publicidade e Propaganda IBES/SOCIESC
Patrocínio: JORNAL FOLHA DE BLUMENAU.
As inscrições foram prorrogadas até o dia 19 de junho.
Agilizem-se, porque as inscrições para a oficina de fotografia com o José Luiz Nunes Neto já está com as inscrições esgotadas.
A ficha de inscrição está no site www.festivalicom.com.br e você pode se inscrever no IBES/SOCIESC, no 3º andar, sala 314. Também podem mandar e-mail para inscricaopp.icom@gmail.com ou inscricaojor.icom@gmail.com.
1º prêmio - bilhete 728 = cesta surpresa - CÉLIO KIENOLT
2º prêmio - bilhete 441 = caixa de cerveja e CD - GILSON MARTINS
3º prêmio - bilhete 342 = caixa de cerveja e CD - MONISE L. HARDT
Obs: O 3º bilhete sorteado foi o número 403, porém se trata de um número que não foi vendido, então entendemos por bem fazer outro sorteio para o terceiro lugar.
Are you ready??
É hoje o início das inscrições para o Festival ICOM.
Temos no blog um post com algumas perguntas e respostas e uma delas é como se inscrever.
A partir de hoje, o pessoal responsável estará esperando você na central de inscrição no IBES/SOCIESC (sala 314), das 18h30min às 22h para você escolher a oficina que deseja participar e também as palestras que também gostaria de assistir.
Será preenchida uma ficha de inscrição (igual a que consta acima, onde também estarão as oficinas e palestras a escolher) e você receberá um comprovante para apresentar nos dias do evento, confirmando que está inscrito.
Caso você queira participar e não possa comparecer à instituição, você poderá se inscrever pelos endereços eletrônicos (oficinas de Publicidade e Propaganda: inscricaopp.icom@gmail.com / oficinas de Jornalismo: inscricaojor.icom@gmail.com). Já temos a relação de oficinas e palestras no site. Você pode participar de apenas uma oficina, porém as palestras são livres.
Corram para se inscrever pessoal, porque as vagas são limitadas e o evento é GRATUITO!
Para quem não aguentava mais de tanta curiosidade, está aí a divulgação do palestrante de último dia do ICOM, o repórter André Rohde.
Ele tem 22 anos de carreira e já trabalhou nas principais emissoras de televisão do Brasil. Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Santa Catarina e começou a atuar como repórter em 1986 na editoria de esportes do Diário Catarinense de Florianópolis (jornal do Grupo RBS). Já trabalhou na TV Manchete / SBT, na Rede Globo no Rio (fazendo matérias para os telejornais diários e o programa Fantástico).
André Rohde ganhou três vezes o prêmio “Tim Lopes” de Jornalismo Investigativo (em 2003 e 2004 pela Rede Globo e em 2006 pela Rede Record.
Agora já sabem né, no dia 26 de junho temos o encerramento do ICOM, lá no Hotel Himmelblau, com André Rohde. Vocês não podem perder.
Quando fazemos um anúncio usando pessoas, a roupa é fundamental para que a mensagem seja transmitida com sucesso, e para isso, a publicidade conta com o apoio do figurinista.
A função desse profissional é traduzir visualmente a simples mensagem: “veja como eu tenho muita coisa em comum com você” ou melhor ainda: “veja como eu sou tudo aquilo que você quer ser”.
Quando um consumidor encontra um anúncio publicitário com algo similar ao que ele manifesta, a tendência é que o consumidor se aproxime e adquira o produto para “completar o quadro”. É uma tendência que as pessoas têm de seguir uma referência iguais a si mesmo (FIGUEIREDO, 2005, pg. 59).
O figurinista de publicidade precisa saber quais são os objetivos de marketing da empresa, estudar profundamente o público-alvo, analisar o posicionamento da marca e as estratégias criativas que direcionaram todo o trabalho.
Algo importante a ser comentado, é o ponto mais envolvente do figurino numa campanha publicitária: estereótipo. Se vocês analisarem, é bem nisso que estamos trabalhando para divulgar o 2º Festival ICOM.
A primeira mala direta que vocês provavelmente já receberam, carrega o estereótipo chinês (é ele que representa o “pensar globalmente” do nosso evento).
O uso de estereótipos é para a compreensão da mensagem pelo maior número de pessoas possível.
“Em publicidade, a moda não dita o figurino - ela é um instrumento de adequação à realidade do momento”.
Fontes: Blog IFD. Disponível em: http://www.ifd.com.br/blog/2006/11/29/propaganda-e-moda/
FIGUEIREDO, Celso. Redação Publicitária: Sedução Pela Palavra. São Paulo:Thomson, 2005.