Marcelo Serpa, 16.06
Simpático e motivado, Marcelo ajeitava o óculos de vez em quando… Quem sabe para demonstrar que entendia do assunto.
Reinventar a comunicação, formação da mídia econômica, um pouco do início da história da publicidade. E cita: “como tudo isso é novo e como tudo isso é velho”.
Registro da comunicação na pedra. Os gregos usavam cal para pintar o muro, as paredes brancas, para depois fazerem sua publicidade.
O uso de Bandeiras e insígnias… Quando a escrita ainda não estava desenvolvida.
No século VI começam a certificar a origem do produto.
Idade média – Queda de Roma, a criação dos muros e o comércio “muito vivo” dentro dele. Salientam, neste momento, as manifestações de poder das marcas. Atividades tipo “camelôs” e registro de marcas.
Revolução na propaganda: com o surgimento da imprensa, 1580. Folhetos (primeiro folheto 1517), cartazes, mais marcas e etiquetas.
Era da modernidade: surgem as agências de publicidade. Volnei Palmann (1841) cria a ‘estrutura moral’.
Ciências da propaganda: princípios da lógica publicitária, o uso de manchete e lead – emoção e razão = isso atrai consumidores.
A Coca-cola, em 1852, era vendida como tônico cerebral ideal.
Lógica dos anúncios e a imagem da marca começam a ser mais valorizada “se eu conseguir valorizar a marca debaixo desse guarda-chuva, que é a marca, eu posso vender qualquer coisa.”
O marketing valoriza a uma história e dá um real valor a emoção. Na época se fazia marketing com muito texto, autopersuasão e linguagem coloquial.
Na década de 60 a agência DPZ cria anúncios de marcas com o modelo de foto maior e a partir daí começa a cair o modelo SAIA/BLUSA.
Marcelo reclama de algumas propagandas atuais que só usam imagem e faz uma critica severa ao uso de animais e crianças na propaganda: “isso é covardia, golpe baixo.”
Dias atuais: a palavra chave é CONVERGÊNCIA. Marcelo comenta que a publicidade pura se perdeu. Tem que haver interatividade e cita as redes-sociais como exemplo dos novos apelos de propaganda. Ex: margarida de convergências.
Segmentação não é apenas uma questão de ESTAR e sim participar. O consumidor é um CAMALEÃO misturado com CANGURU… CAMAGURU.
Marcelo comenta sobre o uso da expressão MÍDIA COMPLEMENTAR em vez de MÍDIA ALTERNATIVA.
E finaliza comentando mais uma vez sobre o novo momento da publicidade: ter pertinência e convergência. O publicitário tem que ter uma integração máxima no uso de todas as ferramentas disponíveis e se REIVENTAR a toda hora.
Término: 20h30min.
Bernardo Leite, 16.06
Bernardo começa sua palestra, num subir e descer do palco, em direção a platéia. Estava ansioso por ser ouvido. Entre citações e desenhos, seu foco maior no assunto foi justamente esse: Você saber ouvir?
Saber ouvir faz uma diferença brutal na vida dos comunicadores. No mínimo 100% das empresas têm problemas de comunicação.
A era do conhecimento = transformador do resultado. O grau de exigência no estudo, no conhecimento, está subindo. As empresas se preocupam com o comprometimento dos funcionários, participação do lucro, justamente por que querem ter mais lucro.
SABER X SABER FAZER X FAZER AS PESSOAS FAZEREM. Os líderes têm que saber ensinar antes de qualquer coisa, passar adiante o seu conhecimento. Bernardo destaca: “todo treinamento começa quando termina”. E que o aprendiz, ou não, tem que praticar. Só se aprende fazendo. Nos tempos modernos não há tempo a perder com ‘medos’, tem que ter coragem para questionar, correr atrás das informações e do objetivo da empresa.
A nova liderança tem que saber desenvolver novos talentos, tem que ser apto a treinar sua equipe, compartilhar informações e, principalmente, saber ouvir. Bernardo comenta: “às vezes, se tem um pequeno gênio na empresa, mas se ele chega atrasado todos os dias, tem que ter a percepção no que dá para trabalhar com este funcionário, neste aspecto. Negociar, ter flexibilidade e não sair demitindo, simplesmente, porque não tolera isso. Cada caso é um caso.”
EFICIÊNCIA X EFICÁCIA
Fazer certo As coisas certas
Meio Objetivo
Ele cita Peter Drucker “É necessário fazer certo as coisas certas”
COMUNICação = tornar comum . Fazer com que a mensagem seja comum através da conversa.
Feedback – processo de orientação, conversa. Acertar o que está errado e pontuar o que está certo. É usar a conversa de maneira adequada. Saber como criticar, e que a crítica seja construtiva.
A falta do feedback causa insegurança, quebra de autoestima, depressão.
OUVIR não é apenas um ato físico. (o que costumamos pensar enquanto os outros estão falando?). Perca tempo ouvindo e você vai ganhar tempo.
Liderança é influência positiva, é inspiração, é posicionamento pessoal.
As pessoas têm que aprender a ouvir para não precipitar julgamentos.
Trabalhar com emoção, sim. Pensamentos positivos vêm de pessoas motivadas ou automotivadas. Ser feliz não é crime!
Bernardo cita o poeta português e termina sua palestra com uma questão:
temos inteligência?
Agir, eis a inteligência verdadeira.
Serei o que quiser.
Mas tenho que querer o que for.
O êxito está em ter êxito, e não em ter condições de êxito.
Condições de palácio tem qualquer terra larga,
mas onde estará o palácio se não o fizerem ali?
Fernando Pessoa
A noite desta quinta-feira, segundo dia do 3º ICOM, foi dedicada a 12 oficinas de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Profissionais da área de comunicação da região puderam compartilhar experiências com os participantes e, por meio de dinâmicas e práticas, mostrar um pouco sobre como funciona o dia-a-dia de trabalho.
Ao final de cada oficina, os ministrantes receberam um kit contendo uma sacola ecológica do evento, patrocinada pela Sulvimes, com material do ICOM e uma caneca personalizada pela empresa Art&Stampa.
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Os patrocinadores Sulvimes e Strasbourg decoraram o hall de entrada e os corredores do Ibes Sociesc para receber os participantes do evento, entre palestrantes, oficineiros, estudantes e visitantes.
A Sulvimes expõe sofás, poltronas e mesas, enquanto que a Strasbourg recepciona os participantes com um modelo Peugeot. Os móveis e o automóvel ficam expostos até nesta sexta-feira, último dia do 3º ICOM.
Após o coffee break e sorteio de alguns brindes, quem deu seqüência às palestras foi Bernardo Leite, sócio-diretor da Bernardo Leite – Consultoria Empresarial e da RH Estratégia – Recrutamento e Seleção. Formado e renomado em psicologia com pós em administração de empresas, possui 20 anos de experiência em diversos segmentos empresariais em nível gerencial e diretivo. Bernardo falou sobre Comunicação e Feedback que são ferramentas essenciais para a liderança. Os acadêmicos marcaram presença novamente, lotando o auditório para sucesso do evento e encerrando a primeira noite.
No primeiro dia de evento o Doutor em Comunicação e Especializado em Marketing, Marcelo Serpa, comandou a primeira palestra do festival ICOM com o tema Expressão de Linguagem em Publicidade e Propaganda.
O evento teve início às 19h e contou com a presença de dezenas de acadêmicos e profissionais interessados. Não somente do curso de Publicidade no qual o palestrante é voltado. A imprensa local também compareceu, fazendo a cobertura.
Foi com muita ansiedade e entusiasmo que os alunos de Publicidade e Propaganda e Jornalismo receberam os palestrantes, acadêmicos e demais convidados da terceira edição do Festival Interdisciplinar de Comunicação, realizado no Ibes Sociesc.
Tudo correu muito bem, com os organizadores na entrada da instituição distribuindo as credenciais e os primeiros brindes. O público correspondeu às expectativas e animou-se com o início do festival. Os convidados foram se acomodando nos seus lugares, e lotaram o auditório do IBES. Organizadores vestindo a camiseta do evento se misturaram aos demais participantes. Assim, teve início a terceira edição do ICOM, prometendo ser de sucesso em seus três dias de realização.
Para que tudo desse certo no evento, houve muita correria e a expectativa foi grande por parte dos organizadores do ICOM. Entre as várias proezas dos acadêmicos, está um carro que foi colocado na entrada por um dos patrocinadores.
Equipamentos foram testados, planos foram revisados e os últimos detalhes acertados. A agitação tomou conta de todos transformando a tensão em diversão. Câmeras nos ombros, máquinas nas mãos e o desejo de registrar os melhores momentos do festival.Assim foram os preparativos para esta edição.







































